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novo livro 2CRÍTICA, LITERATURA E NARRATOFOBIA

Meu terceiro livro é a síntese parcial do trabalho que desenvolvi na última década: analiso Shakespeare, Arthur Miller, Claudio Magris, Henry James, Gustave Flaubert, Joseph Roth e vários outros escritores internacionais. Reúno minhas análises sobre literatura contemporânea brasileira na Parte V do volume, à qual dou o título de “Pouca fortuna”. O leitor também encontrará ensaios autobiográficos — Na Parte I, “O crítico à procura de si mesmo” —, uma seção dedicada a G. K. Chesterton e estudos a respeito de Emil Cioran, Olavo de Carvalho, Wilson Martins, Nelson Rodrigues, Ralf Dahrendorf e muitos outros.

 

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esquecidos&superestimadosESQUECIDOS & SUPERESTIMADOS

Dou continuidade, nos 18 capítulos deste livro, ao projeto iniciado com Muita retórica — Pouca literatura (de Alencar a Graça Aranha) e releio alguns dos principais prosadores do Brasil.

Revisito Coelho Neto, Olavo Bilac, Lima Barreto, Euclides da Cunha, João do Rio, Monteiro Lobato — e também os pouco lembrados Carlos de Laet, Valdomiro Silveira, Hugo de Carvalho Ramos e muitos outros.

Como fiz em Muita retórica — Pouca literatura, recuso-me a repetir, com nova camada de verniz, antigos e embolorados julgamentos.

 

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_capa-gurgel(muita-retorica)MUITA RETÓRICA — POUCA LITERATURA (DE ALENCAR A GRAÇA ARANHA)

Este livro reúne vinte ensaios publicados, entre 2010 e 2012, no jornal Rascunho, numa série, ainda não terminada, em que releio os prosadores da literatura brasileira.

A leitura segue, de maneira proposital, parâmetros em grande parte desprezados na atualidade, quando a crítica literária não só difunde, mas também sofre dos três males apontados por Tzvetan Todorov: formalismo, niilismo e solipsismo. Trata-se, logo, de uma leitura à contracorrente.

Os ensaios estão dispostos cronologicamente, como convém a um trabalho que, embora crítico e analítico, também se apresenta sob a perspectiva da história.

Entre os autores analisados, encontram-se os nomes clássicos de José de Alencar, Manuel Antônio de Almeida, Raul Pompéia e Machado de Assis, mas também releio grandes prosadores esquecidos, como João Francisco Lisboa, Joaquim Felício dos Santos, Eduardo Prado e vários outros.

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